185 LUIS CASTRO

 

 

 

 

 

 

 

 

 JORGE SILVA MELO APRESENTA CICLO LUÍS DE CASTRO MENDES

 

 

 

 

 

 

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Luís de Castro Mendes

Todos os sábados de 19 de setembro a 17 de outubro

 

LUÍS FILIPE CASTRO MENDES (1950) Licenciado em Direito pela Universidade de Lisboa, seguiu a carreira diplomática durante a segunda metade da década de 70 e a década de 80. Como poeta, começou muito cedo, aos quinze anos, por publicar poemas no suplemento juvenil do Diário de Lisboa. Já na década de 80, estreia-se com a coletânea Recados, obra onde se impõem desde logo duas das mais marcantes características da sua poesia: o virtuosismo no tratamento de formas poéticas tradicionais e a intertextualidade, com referências muito presentes a vários escritores, como Emily Dickinson, Rilke, Nietszche, Jorge Luís Borges, Rimbaud, etc. Tem ainda como traço distintivo a capacidade de renovar, com inquestionável mestria, as experiências de escrita. Areias Escuras (1984), Seis Elegias e Outros Poemas (1985), galardoado com o prémio da Associação de Jornalistas e Homens de Letras do Porto, A Ilha dos Mortos (1991), O Jogo de Fazer Versos (1994) e Outras Canções (1998) são ainda exemplos de outras obras deste autor.

 

 

 

 


Soneto do Escuro (Luis Filipe Castro Mendes) - Lia Gama
Ensaio Sobre o Quotidiano (Luis Filipe Castro Mendes) - Catarina Wallenstein
 
 

Rocamadour (Luis Filipe Castro Mendes) – Jorge Silva Melo
Floriram por Engano as Rosas Bravas (Camilo Pessanha) - Lia Gama
 
 

Invocação a Pessanha (Luis Filipe Castro Mendes) – Manuel Wiborg
Resposta a Camões (Luis Filipe Castro Mendes) - Nuno Gonçalo Rodrigues
 
 

Cidades (Luis Filipe Castro Mendes) - Catarina Wallenstein
A Porta Fechada (Luis Filipe Castro Mendes) - Catarina Wallenstein
 
 

Versos a Uma Cabrinha (Vitorino Nemésio) – Lia Gama
A Uma Cabrinha Vista em Bissau (Luis Filipe Castro Mendes) - Catarina Wallenstein
Glosa a uns Versos de Nemésio (Luis Filipe Castro Mendes) – Manuel Wiborg
 
 
 
Violoncelo (Camilo Pessanha) - Catarina Wallenstein
Elegia (Luis Filipe Castro Mendes) – Luís Lucas
 
 

Ameixial, Loulé (Luis Filipe Castro Mendes) - Nuno Gonçalo Rodrigues
Receita para Fazer o Azul (Nuno Judice) – Jorge Silva Melo
 
 

A Noite de 24 de Abril (Luis Filipe Castro Mendes) – Manuel Wiborg
As Flores da Peste (Luis Filipe Castro Mendes) – Luís Lucas
 
 

Deixai que a Vida sobre Vós Repouse (Jorge de Sena) – Catarina Wallenstein
Memento Mori (Luis Filipe Castro Mendes) - Jorge Silva Melo
 
 

E por vezes as noites duram meses (David Mourão Ferreira) - Maria João Luís
Poeta Quase Septuagenário (Luis Filipe Castro Mendes) - Jorge Silva Melo
 

 

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ANTÓNIO SIMÃO


Tem os cursos do IFICT (1992) e IFP (1994). No teatro trabalhou com Margarida Carpinteiro, António Fonseca, Aldona Skiba-Lickel, Ávila Costa, João Brites, Melinda Eltenton, Filipe Crawford, Joaquim Nicolau, Gil Lefévre-Kiraly, François Berreur, Antonino Solmer, Jean Jourdheuil, Pedro Carraca, João Meireles e João Pedro Mamede. Integra os Artistas Unidos desde 1995, onde trabalhou em mais de 70 espetáculos como ator, encenador, assistente e produtor.

 

CATARINA WALLENSTEIN


Trabalhou com José Nascimento, Gael Morel, Manoel de Oliveira, João Botelho, Artur Araújo, Rúben Alves. Nos Artistas Unidos participou em Não se Brinca com o Amor de Alfred de Musset (2011-12), A Estalajadeira, de Carlo Goldoni (2013), Gata em Telhado de Zinco Quente de Tennessee Williams (2014) e Doce Pássaro da Juventude de Tennessee Williams (2015).

 

JOÃO MEIRELES


Tem o curso do IFICT (1992). Trabalhou com Luís Varela, Manuel Borralho, Ávila Costa, Adolfo Gutkin, Aldona Skiba-Lickel, José António Pires, o Pogo Teatro e o Teatro Bruto. Integra os Artistas Unidos desde 1995, onde participou, mais recentemente, em Gata em Telhado de Zinco Quente de Tennessee Williams (2014), As Histórias do Senhor Keuner de Bertolt Brecht (2015) e Jogadores de Pau Miró (2016).

 

JORGE SILVA MELO


Estudou na FLUL e na London Film School. Estagiou com Giorgio Strehler em Milão e com Peter Stein em Berlin. Fundou o Teatro da Cornucópia em 1973. Fundou em 1995 os Artistas Unidos de que é diretor artístico.

 

LIA GAMA


Estudou na Escola René Simon em Paris. Trabalhou no Teatro Estúdio de Lisboa, no Teatro Experimental de Cascais, na Casa da Comédia, no Teatro da Cornucópia, no TNDMII, entre outros, em peças de Gorki, J. Jourdheuil, Horvath, Jorge Silva Melo, Benjamino Joppolo, Ricardo Pais, Pirandello, Harold Pinter, Joe Orton, Bertolt Brecht, Jean Anouilh, Ustinov, Y. Jamiacque, Racine, G. Lobato,Natália Correia, Genet, Gombrowicz, Shakespeare, Santareno e P. Shaeffer, etc.

 

LUÍS LUCAS


Estreou-se em 1972 no Teatro da Comuna de que foi um dos membros fundadores. Em França estagiou no Théatre du Soleil e foi assistente de Jean Jourdheuil e Patrice Chéreau. Tem desde então trabalhado com o Teatro da Cornucópia, Osório Mateus, Teatro da Graça, Teatro Nacional D.Maria II e muito frequentemente no cinema com realizadores como João Botelho, José Álvaro Morais, Manoel de Oliveira, Solveig Nordlund, Jorge Silva Melo e Eduardo Geada.

 

MANUEL WIBORG


Estreou-se no teatro com Amo-te de Abel Neves (enc.: Almeno Gonçalves - Teatro da Cornucópia). Fundou os APA - Actores Produtores Associados para quem dirigiu Universos e Frigoríficos de Jacinto Lucas Pires. Trabalhou também com Jean Jourdheuil, Luís Pais, António Cabrita, Mala Voadora, Companhia de Teatro de Almada e Cortina de Fogo - Teatro Urbano. Na televisão é presença regular desde 1992.

 

MARIA JOÃO LUÍS


Estreou-se em 1985 n'A BARRACA. Trabalhou na Casa da Comédia, Acarte, Malaposta, Comuna, Cornucópia, TNDMII, Teatro do Bairro, TNSJ. Dirige atualmente o Teatro da Terra, sediado em Ponte de Sor. Interpretou várias peças na televisão, assim como séries e novelas. Nos Artistas Unidos participou recentemente em Doce Pássaro da Juventude (2015) e A Noite da Iguana de Tennessee Williams (2017).

 

NUNO GONÇALO RODRIGUES


É diplomado pela ESTC. Em 2013, em conjunto com João Pedro Mamede e Catarina Rôlo Salgueiro, fundou OS POSSESSOS. Nos Artistas Unidos participou mais recentemente em A Noite da Iguana de Tennessee Williams, A Vertigem dos Animais Antes do Abate de Dimítris Dimitriádis (2017), O Grande Dia da Batalha de Máximo Gorki e Jorge Silva Melo (2018) e Retrato de Mulher Árabe que olha o mar, de Davide Carnevali (2018).

 

PEDRO CARRACA


Trabalhou com António Feio, Clara Andermatt, Luís Miguel Cintra, João Brites, Diogo Dória e Maria do Céu Guerra. Integra os Artistas Unidos desde 1996. Recentemente participou em O Novo Dancing Eléctrico (2016), A Noite da Iguana de Tennessee Williams, O Cinema de Annie Baker e A Vertigem dos Animais Antes do Abate de Dimítris Dimitriádis (2017).