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 Forte S. Jorge de oitavos 

 

 

 O Centro Interpretativo do Forte de S. Jorge de Oitavos faz parte da Rota de Fortificações Nacional e é um dos espaços mais antigos o concelho.

Entre memórias locais, histórias e vivências de antigos soldados, uniformes à época e as metamorfoses da paisagem envolvente, este espaço revela os seus núcleos de exposição através de alguns desafios. Descubram-nos aqui!

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"A Lenda do Forte de S. Jorge de Oitavos"

 

Propomos entrarem no mundo de fantasia e descobrirem um lugar mágico, a partir da Lenda do Forte de S. Jorge de Oitavos. No âmbito de um exercício de escrita criativa lançado em 2011, um conjunto de jovens foi desafiado a criar uma lenda relacionada com este Forte.


Agora, a partir da lenda vencedora, propomos um novo desafio: ilustrem esta história no formato que melhor vos convier (com desenhos, fotografias, recortes, colagens, modelagem, pequenas encenações...) e partilhem connosco a vossa criação, através do email  Este endereço de e-mail está protegido de spam bots, pelo que necessita do Javascript activado para o visualizar .

 

«Era uma vez um Rei chamado Jorge, que era muito bondoso e sensato.
Certo dia, o Rei Jorge enquanto treinava no seu grande forte, para as suas batalhas, sentiu uma enorme vontade de comer ovos! Ordenou que ao almoço lhe fossem servidos ovos mas a cozinheira logo lhe disse que não tinham ovos para o fazer...
O Rei pôs-se a pensar onde haveria de arranjar ovos... pensou, pensou, pensou até que decidiu ir a Vila do Guincho (perto do seu forte) para comprar ovos.
Assim que lá chegou deparou-se com uma situação um pouco estranha, entre os vários camponeses que lá se encontravam houve dois que se destacaram, um que somente vendia galinhas que dizia serem especiais e outro que apregoava oito ovos... o Rei não sabia o que haveria de escolher: se as galinhas se os ovos...


O camponês disse-lhe que deveria levar os ovos pois estes eram mágicos, o primeiro dar-lhe-ia uma refeição divinal, os restantes, os desejos que ele entendesse.
Por outro lado o outro camponês apregoava que as suas galinhas eram de tal qualidade que todos os dias poriam ovos enormes.
Depois de pensar um pouco o Rei Jorge escolheu os ovos pois, como era um pouco curioso, queria ver se sempre era verdade o que o camponês lhe dissera.


Quando chegou ao forte experimentou o primeiro ovo que lhe deu uma refeição divinal, ficou logo com vontade de experimentar o segundo ovo e o seu desejo foi que todos os dias tivesse pão e vinho para pôr na mesa, (já foi o segundo ovo ia já o terceiro) e desejou que tivesse saúde de modo a que nunca deixasse o seu povo desprotegido (continuou pedindo, pedindo...) o quarto desejo era que o seu exército fosse tão forte que nunca perdesse uma batalha; o quinto desejo que casasse com uma linda princesa e logo de seguida uma linda princesa apareceu e ficou logo perdidamente apaixonado! No sexto desejo pediu que quando tivesse uma filha esta fosse tão linda como o mar; o sétimo deixou para uma outra ocasião mais necessária, quando estava com o oitavo ovo na mão ouviram-se gritos o Rei Jorge assustou-se, deixando-o cair ao mar...


Quando foi ver o que se passava deu de caras com um exército que tentava assaltar o forte o Rei Jorge logo iniciou a batalha verificando que o seu exército estava realmente mais forte do que o habitual (devido ao sexto ovo) mas o exército inimigo era realmente muito grande e forte e o Rei Jorge foi ferido, perante tal situação, começou a rezar pediu ajuda a São Jorge com tal desespero que originou a sua aparição! O milagre assustou os soldados que se puseram em fuga.
Os camponeses estavam à porta do forte para o louvarem, o Rei Jorge, ficou de tal maneira comovido que só depois reparou que ainda lhe restava o sétimo ovo, acabando por entregar a um mendigo que pedia esmola ali perto. A bondade foi tanta que o forte ficou conhecido como o "Forte de S. Jorge de Oitavos".

 

Mas o oitavo ovo ainda hoje se encontra perdido nas águas do Guincho...»
[Ana Catarina Carvalho. Agrupamento de Escolas IBN Mucana | 2011]

 

 

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"Chapéu Tricórnio"


Com o Alvará de 24 de Março de 1764, o Conde de Lippe estabeleceu o regulamento dos uniformes, considerado o primeiro plano português oficialmente aprovado. O chapéu era o Tricórnio.
A sua característica principal é as três dobras que formam as bordas, duas bordas laterais e uma traseira. Os modelos de tricórnios variam entre os simples e acessíveis (do ponto de vista do seu valor comercial), até aos mais extravagantes com rendas, ouro ou prata, ocasionalmente, incorporando cortes e penas. Além disso, as versões militares e navais, habitualmente tinham uma ponta ou alguma in-sígnia nacional na parte da frente.
Faz o teu tricórnio com o material que gostares mais! Envia-nos fotos do teu tricórnio para o email Este endereço de e-mail está protegido de spam bots, pelo que necessita do Javascript activado para o visualizar .